No dia 7 de outubro, o Departamento de Segurança Nacional confirmou que uma mulher foi baleada e morta por um agente do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) em Minneapolis. O incidente ocorreu durante uma operação federal no sul da cidade, conforme relatado pelo Minnesota Star Tribune.
A porta-voz do Departamento, Tricia McLaughlin, informou que os agentes estavam realizando “operações direcionadas” quando manifestantes tentaram bloquear os veículos. Segundo ela, o agente disparou “tiros defensivos” ao perceber que a mulher tentava atropelar os agentes.
Testemunhas na área relataram que os agentes ordenavam que a mulher deixasse o veículo. Um vídeo nas redes sociais mostrou o carro recuando antes de acelerar em direção a um dos agentes, que disparou à queima-roupa.
O governador de Minnesota, Tim Walz, expressou sua indignação, afirmando que a “imprudência do governo Trump custou a vida de alguém”. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, também se manifestou, lamentando a morte da mulher de 37 anos e contestando a versão do Departamento de Segurança Nacional sobre a tentativa de atropelamento.
Frey declarou: “Agentes de imigração estão causando caos em nossa cidade” e exigiu a saída do ICE de Minneapolis e do estado, apoiando as comunidades de imigrantes e refugiados.
Por outro lado, o presidente dos EUA, Donald Trump, defendeu a ação do agente, alegando que a motorista agiu de forma “violenta” e “deliberada”.
No dia anterior ao incidente, o Departamento de Segurança Nacional havia iniciado uma grande ofensiva migratória na região, mobilizando cerca de 2 mil agentes para operações relacionadas a investigações sobre fraudes envolvendo residentes de origem somali.










