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O Irã demonstra forte resistência após os ataques dos Estados Unidos, com fechamento parcial do Estreito de Ormuz e ataques a bases americanas. Especialistas avaliam que a iniciativa da guerra agora está nas mãos de Teerã, que se preparou estrategicamente para prolongar o conflito.

Durante uma coletiva em Brasília, o embaixador do Irã, Abdollah Nekounam, acusou os EUA de não buscarem um verdadeiro acordo nuclear e de promoverem uma “mudança de regime” no Irã. Ele também questionou a legitimidade dos EUA para liderar globalmente, citando o escândalo Epstein.

Ali Larijani, chefe de Segurança do Irã, declarou que não haverá acordos com o presidente Donald Trump, desmentindo suas afirmações de que o novo líder iraniano estaria aberto a negociações.

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu anunciou a intensificação das operações militares contra o Irã, destacando o avanço das forças israelenses em Teerã e lamentando o alto custo humano do conflito.

A Força Aérea Israelense, em colaboração com os Estados Unidos, bombardeou mais de 500 alvos no Irã, resultando em um alto número de mortos e feridos, além de danos significativos a infraestruturas estratégicas.

Quase 8 mil pessoas perderam a vida ou desapareceram em rotas migratórias perigosas em 2025, segundo a Organização Internacional para as Migrações. O acesso a informações e o financiamento reduzido impactaram o rastreamento dessas tragédias.

Em um discurso marcado por aplausos e tensões, Trump anunciou uma “era de ouro” para os EUA, focando na economia e buscando recuperar a confiança dos eleitores antes das eleições de meio de mandato. Apesar de suas promessas, as pesquisas mostram uma crescente insatisfação entre os americanos.

A morte de Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho, durante uma operação militar no México, trouxe à tona uma onda de violência sem precedentes no país. O líder do Cartel Jalisco Nueva Generación, um dos mais poderosos do México, foi cercado e, após intensos confrontos, acabou falecendo, gerando represálias que deixaram dezenas de mortos.

Durante sua visita a Seul, o presidente Lula destacou a importância de colaborar com empresas sul-coreanas em setores de alta tecnologia, visando fortalecer a economia brasileira e explorar oportunidades em diversas áreas, como saúde e aeroespacial.

Brasil e Índia firmaram acordos que visam a produção de medicamentos essenciais para o tratamento do câncer, ampliando o acesso a terapias no Sistema Único de Saúde (SUS). O investimento inicial será de R$ 722 milhões, com projeção de até R$ 10 bilhões em uma década.

Em um marco significativo, Brasil e Índia assinaram um acordo para fortalecer a parceria em minerais críticos e terras raras, com foco em cadeias de suprimento mais resilientes e desenvolvimento tecnológico inclusivo.

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu derrubar as tarifas sobre produtos importados, que foram implementadas pelo ex-presidente Donald Trump. A decisão, que ocorreu com um voto de 6 a 3, reafirma a necessidade de autorização do Congresso para ações dessa magnitude.

A greve geral na Argentina, iniciada em 19 de outubro, provoca mudanças nas operações da Latam, afetando horários e datas de voos. Passageiros devem verificar o status de suas reservas e podem optar por remarcação ou reembolso.

A partir de 19 de outubro, pedidos de cidadania italiana por não residentes devem ser enviados ao Ministério das Relações Exteriores em Roma, em uma mudança que visa simplificar os processos e desafogar os consulados.

O ex-príncipe Andrew, irmão do Rei Charles III, foi preso em Norfolk sob suspeitas de má conduta em cargo público, ligadas ao caso Epstein. A polícia investiga o envio de documentos confidenciais ao financista Jeffrey Epstein.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarcou para a Índia, onde participará de cúpula sobre Inteligência Artificial e se reunirá com o primeiro-ministro Narendra Modi para discutir temas de multilateralismo e cooperação bilateral.

O Departamento de Tesouro dos EUA emitiu uma nova licença que permite a exploração de petróleo e gás na Venezuela, mas proíbe a participação de empresas e indivíduos da China, Rússia, Coreia do Norte, Cuba e Irã. Essa medida visa flexibilizar o embargo econômico e estimular a economia venezuelana.

Um trágico ataque a tiros em uma escola secundária na Colúmbia Britânica deixou 10 mortos, incluindo a suposta atiradora. Este incidente marca um dos mais graves tiroteios da história recente do Canadá.